domingo, 9 de novembro de 2025

Você conhece os vários tipos de SAMU existentes ?

 Você já conhecia essas unidades? 🤔

O SAMU 192 utiliza diversos tipos de veículos para garantir um atendimento ágil e eficiente em emergências. Desde ambulâncias terrestres até motolâncias, ambulanchas e aeronaves, cada um desempenha um papel essencial no salvamento de vidas. 🚑

Com equipes qualificadas e tecnologia de ponta, o SAMU 192 chega onde for necessário, levando assistência rápida e segura a toda a população.

📲 Quer saber mais sobre os serviços oferecidos pelo SAMU 192? Acesse gov.br/saude

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Aplicativo que paga para você caminhar

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O aplicativo é um podômetro e contador de passos. Caminhando ou correndo você vai juntando pontos para trocar por prêmios e dinheiro.

Somente mantendo sua rotina de ir ao trabalho, a escola, na academia, já estará juntando pontos. 

Também é possivel aumentar a pontuação realizando tarefas dentro do app.

Eu estou usando e estou adorando. Além dos prêmios acabo me desafiando a caminhar mais e ter uma vida mais saudável.

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sexta-feira, 7 de novembro de 2025

Enquanto no Brasil se faz tudo pra matar aula, no Vietnã Pai improvisa meio de levar filho a escola atravessando Rio e andando 5 horas até escola


 Enquanto no Brasil muitos adolescentes nao querem ir a aula pra ficar em jogos de celular  mesmo com transporte, escola perto, bons professores, e uma estrutura a disposição, em Huoi Ha, vilarejo remoto do Vietnã, um pai utiliza um saco plástico para transportar o filho ao atravessar o rio. O método impede que a criança molhe o uniforme durante as enchentes da estação chuvosa, quando as pontes de bambu ficam submersas. 

Após cruzar o rio, os alunos seguem a pé por cinco horas até a escola, onde permanecem durante a semana. A rotina demonstra o compromisso familiar com a educação, vista como essencial para o futuro. 

A travessia difícil reflete os desafios das comunidades isoladas, onde as condições naturais exigem esforços diários. Famílias recorrem a alternativas simples para garantir o acesso à escola e manter a continuidade do aprendizado das crianças.



Lei 15.240/25: agora deixar de cuidar, conviver ou sustentar o filho pode ser considerado ilícito civil e gerar indenização


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 A Lei 15.240/25 agora deixar de cuidar, conviver ou sustentar o filho pode ser considerado ilícito civil e gerar indenização!

Para obter a indenização, é crucial:

Prova do Abandono (Ato Ilícito): Mensagens ignoradas, falta de participação em datas importantes (atestados escolares, faltas a eventos, etc.).

Prova do Dano (Prejuízo ao Filho): Laudos psicológicos e psiquiátricos que atestem o sofrimento, depressão, ansiedade ou dificuldades de relacionamento do menor, diretamente ligados à ausência.

A causalidade: Demonstrar em juízo que a consequência está diretamente ligada a ação omissiva ou não do genitor.

O sucesso da ação depende dessa prova robusta.

Portanto mamãe e papai comecem a reunir provas documentais e laudos hoje, tenha pensão regularizada judicialmente, realize judicialmente cobranças em caso de na pagamento ou cumprimento de convivência e reúna as demais provas, mensagens, laudos, relatórios, etc.

quinta-feira, 6 de novembro de 2025

Adriana Lara destaca no Grande Expediente o Dia do Conselheiro Tutelar

O período do Grande Expediente da sessão plenária desta quarta-feira (5) foi dedicado ao Dia do Conselheiro Tutelar, que é celebrado em 18 de novembro. A iniciativa foi da deputada Adriana Lara (PL), que destacou a importância dos Conselheiros Tutelares na defesa do Estatuto da Criança e do Adolescente, ECA, que há mais de três décadas é o guardião dos direitos e da proteção de meninos e meninas, uma vez que o Brasil ocupa a quinta posição no ranking mundial de denúncias de abuso sexual infantil.

Ao lado do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Pepe Vargas (PT), prestigiaram a manifestação o presidente da Associação dos Conselheiros Tutelares do RS, Julio Fontoura; a vice-prefeita de Porto Alegre, Betina Worm; representante da Defensoria Pública do RS, Rodolfo Malhão; a diretora da Secretaria de Desenvolvimento Social, Lurdes Sprenger; representante do Instituto Geral de Perícias, Marcelo Nadler; vereador Rodrigo Ferraz, de Bagé; e Carlos Kramer, pela OAB/RS. 

De início a deputada classificou a atividade dos Conselheiros Tutelares como “uma das mais nobres missões sociais: a proteção das nossas crianças e adolescentes”, referindo que o Dia do Conselheiro Tutelar, celebrado em 18 de novembro, supera a data comemorativa, “é momento de reconhecimento e reflexão sobre o papel essencial desses profissionais, verdadeiros defensores do Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA, que assegura proteção às crianças e adolescentes.

Salientou que esses profissionais assumem a linha de frente das ações de proteção de crianças e adolescentes, “onde as dores e urgências da infância se manifestam, atendem o chamado da escola, da comunidade, do vizinho; acolhem, orientam e enfrentam a vulnerabilidade de quem mais precisa. Apesar de tantos desafios, não se cala, não se omite e não desiste”, afirmou.

Violências reais e nas redes

Disse, ainda, que a atualidade promove constantes ameaças à infância, o que é confirmado pelo crescimento constante dos índices de violência e abuso sexual contra crianças e adolescentes no Brasil, que ocupa a quinta posição no ranking mundial de denúncias de abuso sexual infantil. Além das pesquisas, os números são maiores porque muitos casos não chegam às autoridades, alertou Lara, ao mostrar que a cada 8 minutos, uma criança ou adolescente sofre abuso no Brasil, que registra ainda cerca de 50 mil desaparecimentos anuais, vítimas de exploração sexual, tráfico humano ou violência, que se manifesta também no ambiente online, com redes internacionais de pedófilos que comercializam conteúdos de abuso sexual infantil, explorando vítimas em várias partes do mundo.

“Diante desse cenário, é fundamental fortalecer a rede de proteção à infância, formada pelos Conselhos Tutelares, escolas, Ministério Público, Judiciário, órgãos de segurança, assistência social e as famílias”, defendeu a deputada, “cada elo dessa rede é essencial para garantir que nenhuma denúncia seja ignorada e que toda criança em situação de risco tenha o amparo necessário, esse é um dever coletivo”.

Destacou que a atuação dos Conselheiros Tutelares é fundamental e estratégica, capacitado para enfrentar as ameaças e o perigo, situações que muitas vezes os colocam em julgamento. Disse, ainda, que como profissionais são subvalorizados, “em diversos municípios, recebem menos de um salário mínimo, precisam manter dedicação exclusiva e, ainda assim, fazem o impossível para garantir os direitos da infância”.

Adriana Lara protocolou na Assembleia Legislativa projeto de lei que institui o piso estadual dos Conselheiros Tutelares, garantindo que nenhum profissional receba menos de três salários mínimos. Outra iniciativa da parlamentar foi o projeto que proíbe pedófilos condenados por abuso sexual de exercerem cargos públicos que envolvam contato direto com crianças e adolescentes.

“Mesmo diante de tantos obstáculos, os Conselheiros Tutelares seguem movidos pela convicção de que cada criança salva vale todo o esforço”, encerrou a deputada, ao reafirmar o compromisso do legislativo na defesa de políticas públicas que fortaleçam os Conselhos Tutelares, ampliem suas condições de atuação e valorizem seus profissionais.

No encerramento, o presidente Pepe Vargas registrou a importância da Constituição Federal de 1988 que deu início ao padrão de reconhecimentos sociais, o que originou a instituição do Estatuto da Criança e do Adolescente, e referiu a necessidade de as prefeituras oportunizarem estrutura física adequada para assegurar o trabalho dos conselheiros. 

Apartes

Do plenário, em apartes, manifestaram-se os deputados Airton Lima (PODE), Halley Lino (PT), Issur Koch (PP), e Matheus Gomes (PSOL). 

Das galerias acompanharam representações de conselheiros de Arroio dos Ratos, Aceguá, Piratini, Camaquã, Pelotas, Charqueadas, Ivoti, Roca Sales, Canoas, Canguçu, Sentinela do Sul, Cachoeirinha, Encantado, São Francisco de Paula, Vacaria, Mariana Pimentel, Dom Feliciano, Viamão, Cristal, Guaporé, Cidreira e São Jerônimo.

AL-RS

terça-feira, 28 de outubro de 2025

28 de Outubro é de homenagens a Zé Pilintra/Pelintra


No dia 28 de outubro todos devotos de Zé Pilintra comemoram o seu dia com festa e alegria, no nordeste principalmente é uma grande festa!

Simbolicamente, comemoramos o seu dia, meu Padrinho. Que nesse dia, assim como todos os outros, o senhor possa nos proteger, nos libertar, nos fortificar com todas as suas forças, abrindo novos caminhos, guiando-nos por todas as estradas de luz e nos ensinando a malandragem da vida para conseguirmos todos os nossos objetivos e sonhos que o Senhor conhece. Dai-nos a sua benção e direcione nossos caminhos sempre rumo à vitória.

Parabéns Padrinho, parabéns pelo seu dia, hoje as dimensões espirituais estão em festa, pois é seu dia. Trabalhe nos nossos sonhos e nos dê discernimento para poder enfrentar todos os obstáculos de nossas vidas. Assim seja, AXÉ…

Salve o Grande Mestre! 

Salve a Malandragem!

♣️♦️♠️♥️🍺🎲

#zepilintra #salveamalandragem #malandros #juremasagrada #umbanda

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

‘Vivendo a Infância de Terreiro’: livro registra demandas de crianças de axé na educação

 A obra relata atividade com crianças do terreiro Ilê Axé Omo Oya Bagan e Odé Ibô, em Hortolândia (SP), e faz parte do projeto “Primeira Infância no Centro”

A pedagoga Giovanna Letícia Isidoro e a estudante de pedagogia Nayara Gisele da Silva tiveram um dia de convivência com as crianças do terreiro Ilê Axé Omo Oya Bagan e Odé Ibô, em Hortolândia (SP). Os aprendizados e observações dessa experiência desaguaram no e-book “Vivendo a Infância de Terreiro: um dia com as crianças do Ilê Instituto Doné Eleonora”, que reúne os anseios desse público na educação.  

O objetivo principal da publicação é destacar a importância de reconhecer e valorizar as infâncias de terreiro a partir da perspectiva das próprias crianças. Com produção de Geledés – Instituto da Mulher Negra, o material faz parte do projeto “Primeira Infância no Centro”, coordenado pela área de Educação e Pesquisa da instituição, sob a liderança de Suelaine Carneiro. O conteúdo está disponível na versão impressa e em e-book e pode ser acessado pelo Portal Geledés. 

“O livro é um chamado para olharmos e pensarmos políticas públicas e cidadania. É um movimento tanto de reconhecer necessidades específicas de uma população que conta com lógicas diferentes do Estado, quanto de projetar políticas públicas a partir do que o público-alvo pensa sobre suas necessidades. É sobre olhar para o que as crianças comunicam como urgência, colocá-las no centro das reflexões e imaginar  junto”, afirma Gabriela Costa, assistente de projetos de Educação em Geledés. 

Durante a atividade, realizada em 24 de agosto de 2024 e nomeada de “Dia da Criança”, as profissionais perceberam que, apesar da pouca idade, falam com propriedade sobre as práticas realizadas no terreiro. Por exemplo, contaram sobre os seus Orixás com familiaridade, o que demonstra pertencimento e identificação. 

Pontuam ainda que as crianças relataram sobre racismo no ambiente escolar e se queixaram do espaço educacional não abordar temas como o candomblé, a história e a cultura afro-brasileira. “Nas conversas, refletimos sobre a necessidade desses outros espaços, além do terreiro, serem verdadeiramente plurais, incorporando livros e imagens representativas que não se limitem à cultura eurocêntrica”, dizem as pesquisadoras em um trecho do livro. 

Uma fala de Samira, uma das crianças participantes, reflete tal anseio. “Aqui no terreiro a gente vê e aprende as histórias das pessoas pretas. Na escola, também aprendemos história, mas não é a mesma”. 

Em outro ponto da publicação, a mesma estudante relata uma situação vivida em sala de aula: “a professora estava falando sobre heróis da história e eu falei de Zumbi dos Palmares. Você acredita que ninguém sabia? Eu fiquei chocada”, relatou. 

Primeira infância no centro 

O terreiro de candomblé Ilê Axé Omo Oya Bagan e Odé Ibô foi fundado em 1944 por Mãe Eleonora de Oya. Além de cuidar do contexto espiritual das pessoas, os responsáveis pelo local se preocupam em disseminar o legado e tradições ancestrais africanas. Por isso, criaram o ponto de cultura Ilê Instituto Doné Eleonora, que realiza ações em prol da valorização da cultura afro. 

Segundo Gabriela Costa, a ação no terreiro foi pensada para ser uma construção em conjunto com as crianças e a organização, a fim de sistematizar demandas específicas enquanto pertencentes a uma comunidade de axé. As respostas passaram por questões como identidade, pertencimento e educação para relações étnico-raciais. 

“Por exemplo, se uma criança precisa cumprir uma obrigação, ela precisa faltar na escola entre 3 a 21 dias. Ao ser iniciada, não pode comer alguns alimentos, vestir algumas roupas e fazer atividades que envolvam esforço físico ou receber sustos. Então, ao longo da atividade, fizemos exercícios de escuta sobre como é a rotina escolar, o que gostariam que tivesse na escola. Assim como o que aprendem no terreiro e não aprendem na escola”, explica. 

O livro e a atividade fazem parte do projeto “Primeira Infância no Centro: garantindo o pleno desenvolvimento infantil”, que promove ações voltadas a assegurar direitos de crianças negras, indígenas, quilombolas e de terreiros, com o objetivo de elaborar e implementar políticas públicas que revertam as condições de vulnerabilidade enfrentadas por essas crianças desde o início da vida. 

Gabriela destaca a importância de olhar para as especificidades vividas por crianças de terreiro. “Quando disputamos políticas públicas para o enfrentamento do racismo, é necessário voltar o olhar para diferentes grupos impactados, levando em consideração o fato de pessoas negras serem diversas entre si e, portanto, não existe universalidade possível”. 

Nesse contexto, é relevante se atentar também para o racismo religioso, que frequentemente fere  adeptos e adeptas. Entre 2023 e 2024, segundo dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, houve uma alta de 66,8% em relação a denúncias de intolerância religiosa pelo Disque Direitos Humanos (Disque 100). A maioria das vítimas eram de umbanda e candomblé.

“Para que as crianças negras, na pluralidade das suas existências e experiências, não sejam deixadas de fora, é necessário olhar para especificidades diversas e, neste caso, a que olhamos foi a das crianças de terreiro. Escutamos o que elas acreditam ser urgente para se sentirem respeitadas de forma integral”, pontua Gabriela. 

Autor(a): Suelaie Carneiro, Giovanna Letícia V. Isidoro e Nayara Gisele Borges Ferreira da Silva
Editora: Geledés Instituto da Mulher Negra/Apoio: Porticus
Data: 12/10/2025